Viver a vontade de Deus

Estar com Jesus não se limita a professá-lo ou pregar sua palavra, mas tem um sentido bem mais amplo. Estar com o Senhor é viver seus mandamentos, agir contra o pecado que está enraizado no coração. Caso contrário, corre o risco de ser falso nos discursos, pois a vida dá testemunho das palavras. Fazer ou não a vontade de Jesus tem uma consequência, a primeira leva para o projeto final de Deus que é a vida, o gozo do céu e a eterna amizade com o Pai. Ela também orienta nos projetos terrenos garantindo o sucesso e edificando o coração do homem para o destino que Deus reservou para ele. O segundo tem frutos amargos, pois, testemunhar Jesus somente com palavras é construir a sua própria condenação, porque para Deus o coração e a vida tem mais valor que as palavras, pois estas podem ser manipuladas, entretanto, a vida é reflexo do que estar no interior. Quem finge viver o projeto de Deus constrói sua vida sobre aquilo que é incerto, inseguro e falível consequentemente se torna infrutífero, podendo até ter momentos alegres, porém nunca chegará à felicidade eterna.
Oração: Senhor ensina-me a viver as Tuas Palavras não quero agir por mim mesmo, tenho pecado muitas vezes alimentando minhas paixões, soberbas e orgulho, mas hoje me encontrando com Tua Palavra desejo voltar para os Teus braços e Te deixar reinar na minha vida. Recebe minha vida! Amém!
Meditação motivada pelo Evangelho de São Mateus 7,21. 24-27


Experiência de Amor com a Palavra
Experiência de Amor com a Palavra

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Amor paciente

Gosto do amor devagarinho
Sem o alarde da paixão
Paciente feito parafina
Gosto do amor encoberto,
Embrulhado e desvendado
Que saboreia cada segundo
Nutri-se pelos encontros do olhar
Gosto do amor bobo, romântico, louco, insano
Que acha que a pessoa amada é tudo
Que vive o gosto de viver por ela, para ela e nela
Gosto do amor que abraça, beija, enxerga profundo
Gosto do amor silencioso que deixa para a alma sua descrição.

Amor, eu quero rosas...

Quem vai puxar o gatilho?

Se você quer direito dê ao outro também o direito de vir ao mundo e levantar a voz!
Se você quer direito dê ao outro também o direito de vir ao mundo e levantar a voz!

Muito se tem falado em direitos humanos, uma bandeira em favor da dignidade ou pura hipocrisia de uma sociedade presa às ideologias que propõem uma falsa liberdade e igualdade? Aborto, direito ou crime? Quando o ser humano passa a ser considerado humano? Acaso não é indivíduo desde que o espermatozoide vivo conduz suas informações para o ovócito vivo da mãe?

Em uma sociedade onde tem “virado moda” falar em respeito e deveres relacionados à vida humana encontramos um paradoxo quanto ao próprio direito de vir ao mundo. Os discursos que os defensores da “liberdade” feminina defendem são: mais de 200 mil mulheres morrem anualmente no Brasil em abortos clandestinos, são realizados em média um milhão de abortos todos os anos. Com esse número exacerbado de mulheres mortas o governo precisa cuidar e garantir a vida dessas milhares de mães. Elas têm o direito de decidir sobre seus corpos e as leis deste país devem deixar de ser machistas e lutar pela causa da mulher.

Ora, o Estado precisa sim garantir a vida das mulheres, pois constitucionalmente a vida é um direito de todos e dever do Estado. Sendo o Brasil um país onde o aborto em uma visão geral é considerado crime, por que os responsáveis não fiscalizam e inibem essa quantidade de mortes? Já que, são “clandestinos” por que se consegue ter números tão exatos? Onde estão os direitos da criança? A mídia foca-se nos dados de 200 mil mortes de mães, mas onde ficam um milhão de crianças que lhes foram negadas ao menos a possibilidade de conhecer este mundo? Costuma-se argumentar que o aborto é o direito de dispor do próprio corpo, porém biologicamente o filho não é parte do corpo da mãe, logo ela não pode decidir por sua vida, porque ele não é parte e sim hóspede. Outro ponto é quando podemos considerar que o embrião é um ser humano?  Vejamos: quando o óvulo recebe o espermatozoide junto com sua carga genética, podemos a partir desse momento confirmar a existência de um novo ser. Ou todos os seres humanos não começaram desse estágio? Ou passaram a ser gente de repente? Acaso homem e mulher podem conceber outro tipo de espécie ou coisa? Portanto, desde a fecundação precisamos exercitar o respeito e os cuidados com o feto.

Não se trata de descartar uma vida para deixar “livre” a outra, mas sim de legitimar e condenar pessoas à pena de morte sem terem feito crime algum. O mais surpreendente é que quem quer colocar a arma na cabeça da criança é a própria mãe, a mesma que deveria ser a mais interessada em proteger o fruto de suas entranhas. E por fim quem puxa o gatilho é o profissional da saúde, a pessoa responsável por garantir e lutar pela essência do ser se submete a atos tão deploráveis e desumanos. No Brasil a publicidade se maquia em defesa dos animais, mas a vida, o bem mais precioso, pode ser jogada no lixo e ainda ser considerado ato de “libertação”.